Reveja Web Mundi: Castelo Baellys - Capítulo 8 (Última Semana)





A briga entre os guardas e Nikola, Georgei, Onfroi e Herry havia acabado. Noll olhou pela janela viu Henry vivo no chão, ele saiu correndo para atacar o inimigo. Os guardas foram atrás de Noll. Herry olhou pela janela e viu que havia outras cabanas. Ele sugeriu;
 -    Se ainda querem ele vivo, sugiro que peguem esse atalho. Henry está lá em baixo. Se alguém não pular por aqui agora... Noll vai pegá-lo primeiro.
Nikola correu e olhou para baixo da janela. Sem pensar suas vezes ele se jogou. Todos os outros correram para ir até Henry.
Nikola chegou no mesmo instante que o Rei. Henry estava num canto escondido sentindo as dores de sua ferida na coxa. Noll correu até Henry ao mesmo tempo em que Nikola corria. Chegaram ambos ao mesmo tempo. Noll iria puxar Henry pelas vestes quando Nikola o empurrou. Os guardas se prepararam para atacar Nikola quando Noll disse:
 -    Não...
Os guardas pararam e olharam para Noll.
 -    Deixe-os viver. Não vamos pisar em cachorros mortos não é mesmo? - disse Noll
Noll virou para um dos guardas. Disse:
 -    Peguem tudo do quarto da Dye Baellys e joguem pela janela. Achei que estivesse morta. Definitivamente ela está expulsa de meu castelo.
 Diot via tudo em um canto vestida com as vestes sacerdotais dos Sacerdotes da Mãe.
Todos chegaram à Casa Abandonada. Henry estava sendo cuidado por Herry. 
No Castelo Baellys, na Sala do Conselho, Noll estava reunido com seus conselheiros e seu principal conselheiro Amé. Noll disse:
 -    Reuni vocês aqui hoje por dois motivos. Sou o novo rei e iniciarei a partir de hoje novas ações para o crescimento deste império... O primeiro motivo. Nomeei um novo conselheiro, o ainda Primeiro Mestre Kadosh Amé. Após a morte do péssimo Hod esta era a minha opção, aliás, preciso de bons conselheiros, e um sacerdote é a ótima opção. Segundo motivo: vamos atacar uma cidade!
Todos olharam assustados para Noll. Um conselheiro disse:
 -    Vossa Majestade não deve atacar nenhuma cidade! Vai contra as Leis dos Reinos.
Noll o olhou e disse:
 -    Eu sou o rei de tudo! Eu posso tudo! Ninguém irá me impedir disso.
O Chanceler do exército se pronunciou:
 -    Lorde Noll, estou aqui para servi-lo. Estou disposto a cumprir com a sua ordem.
O Chanceler se curvou.
 -    Temos o maior exército! Mais do que todas as casas juntas! Quem irá nos impedir? - disse Noll
Muitos olharam com desaprovação.
 -    Preparem os homens! Pela manhã quero que o exército chegue ao Castelo Orfh. Vamos terminar o que Henry Baellys queria começar...
Amé não aprovou a ideia. Queria avisar o Rei Aloys Orfh para que a situação se apaziguasse. Foi então que ele enviou uma ave com uma carta para o Rei Aloys avisando sobre o ataque. Porém, a ação não foi bem sucedida. Aloys não acreditou nas palavras de um sacerdote de Baellys.
Chegou a hora de culpar e anunciar o assassinato da rainha Aldith. A Sala do Trono, estava cheia do povo reunido. Noll estava no trono. Perguntas como: "Onde está a Rainha Aldith?" eram constantes no local. Uma mulher estava amarrada, ajoelhada e segurada por um guarda na frente de todos. Noll levantou e se pronunciou:
 -    Querido povo de Baellys! A nossa adorável rainha se foi...
O povo se chocou com a notícia e fizeram: "Oohh?!"
Noll continuou:
 -    E a sua assassina, esta cruel mulher, será punida! Pois esfaqueou a rainha a sangue frio! Com muita alegria, assistam essa maravilhosa cena!
A mulher gritava: "Não fui eu! Ele está mentindo! Socorro!"
O guarda a jogou no chão e começou a espancá-la de forma tão brutal que algumas pessoas saiam do local. A mulher cuspia sangue e pedia por ajuda alegando não ser culpada.
Amanheceu. No Castelo Orfh, Aloys começou a ouvir os sons da guerra. Achou que era sua cabeça... Mas
Aloys a olhou. Estava um clima misterioso. Ele se levantou e olhou pela janela. O que ele viu lhe revelou muita coisa de seu passado com a bruxa Bogdana. Um exército de milhares de homens caminhavam em direção ao seu castelo com catapultas enormes. Correu, colocou uma roupa e trancou a prostituta no quarto. Ela ficou gritando por ajuda, mas a morte já estava certa, ela iria morrer debaixo dos escombros do castelo. Aloys foi para trás do castelo e montou no cavalo. Ele iria partir para Baellys.
Na Casa Abandonada, Henry acordou disposto. Enquanto todos dormiam no chão ele já estava esperto, estava acordado comendo carne. Georgei se acordou e também foi comer com o pai. Sentou-se ao lado dele e disse:
 -    Hoje vamos tirar mamãe de lá.

Catapultas jogavam bolas de fogo e pedras enormes no castelo enquanto o exército invadia a cidade matando as pessoas e destruindo tudo. Os arqueiros flechavam as pessoas que tentavam sair do castelo. Tudo estava se tornando uma grande carnificina.
Henry saia da Casa Abandonada com Georgei. Iriam na fé de trazer a rainha Aldith para com eles, mas não iriam encontrar o que queriam...
Enquanto caminhavam eles ouviram um som de cavalgada vindo de trás. Quando olharam, viram Aloys montado em seu cavalo partindo para Baellys. Aloys olhou com sarcasmo para Henry. Henry se corrompia de ódio mais e mais. Seus inimigos estavam rindo dele. Continuaram a caminhada...
Foi algo terrível para os Sacerdotes da Mãe. Estavam vendo um membro sair para procurar luxo. Era Amé. Chegou no Templo da Mãe, deixou suas vestes com uma sacerdotisa e entrou nu em outra sala, sentou na cadeira de um Primeiro Mestre e renunciou seu cargo. Assinou um pergaminho, levantou, se vestiu com uma veste comum e saiu pelo portão do Templo sorrindo.
Amé foi direto para seu quarto no Castelo Baellys comemorar. Entrou no quarto e começou a jogar seus objetos religiosos pela janela. Noll apareceu, entrou no quarto e trancou a porta. Amé virou para ele, ficaram se olhando. Amé falou:
 -    Entreguei.
Noll sorriu para ele e se aproximou agarrando ele pela cintura e o beijando. Amé o afastou com as mãos e abaixou a cabeça. Noll o olhou frustrado, mas tornou a agarrá-lo. Mais uma vez Amé o afastou. Noll questionou:
 -    O que houve?
 -    Eu não quero mais você. - disse Amé o olhando nos olhos
Noll o agarrou pelo pescoço.
 -    Como não quer? Eu te dei tudo isso! Eu te livrei daquela porra de fé! Eu te dei o melhor da vida e é assim que você me trata? - perguntou Noll
Amé ficou de cabeça baixa
 -    Ou você me satisfaz quando eu bem quiser ou você pode se considerar um miserável. Sabe o corpo da Amy? Sim... Está comigo. Eu mostro para todo o povo seu pecado! Tenho provas! Imagino um sacerdote passando por aquele ritual de merda... E é isso que vai acontecer com você se não cumprir com minhas ordens!
Noll começou a beijá-lo e o jogou na cama.
Nas ruas de Baellys o horror acontecia. A Guarda Real foi ordenada por Noll a roubarem tudo de valioso da população. E quem tentava se defender ou era espancado até a morte ou tinha uma espada encravada na barriga. Henry passava correndo pelas ruas com Georgei para não ser reconhecido. Mas muitos gritavam: "É o rei Henry!", "Queremos você de volta!", "Volte para o trono! Você é o nosso rei!". Isso deixou Henry ainda mais disposto a se vingar de Noll. Ele se emocionou com aquilo, pois tinha recordado que perdeu toda a glória que antes ele tinha. Henry e Georgei entraram num pequeno mercado e roubaram dois capuzes para não serem mais identificados. Henry e Georgei se aproximavam de Baellys.


Eles conseguiram entrar no castelo sem maior problema. Castelo Baellys não tinha muitos guardas, pois não tinha nenhum inimigo. Foram caminhando com cuidado pelo castelo para não causar desconfiança. Georgei ficou de vigia na entrada da escada para o pai enquanto ele entrava no corredor... A cada passo que Henry caminhava ele alimentava a esperança de dar um enorme abraço na esposa e levá-la para com ele. Quando ele abriu o quarto de Noll não a viu. Apenas um odor fortíssimo. Ele se horrorizou com as mudanças no quarto, eram sombrias e sensuais. Ele queria descobrir de onde vinha esse odor fortíssimo. Ele entrou mais no quarto... Se abaixou e analisou os dois corpos. Noll tossiu um choro pelo choque que levou. Seus olhos rapidamente encheram de lágrimas quando ele viu Aldith com a garganta cortada e completamente roxa.

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