Ao escutar Ária dizer a Pri e Atena que beijou Alexandre, Charles se revolta. Ao ver Alexandre chegando Charles finge querer se aproximar e consegue a amizade de Alexandre. Afrodite, Armando e Stella lembram de Laura e o perigo que ela representa para eles e resolvem tentar afastá-la da cidade, começando por incendiar sua venda de artesanatos. Charles manda que injetem droga no copo de Alexandre e o mocinho acaba por cair no golpe.
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Cap. 11
CENA 01.
DIA SEGUINTE AO INCÊNDIO -
Manhã -
CASA DE ALEXANDRE/ INT./ SALA
ALEXANDRE —A senhora está bem?
Laura não responde de tão tristinha.
ALEXANDRE —Como é que eu pude fazer essa pergunta? Claro que a senhora não está bem. Vem cá!
Ele abraça a mãe.
Alguém bate a porta.
—Eu só vim dizer que lá na comunidade tem casa desocupada.
ALEXANDRE —Espera, por que você está dizendo isso?
Laura vai até a porta com um papel na mão.
ALEXANDRE —Eles vão vender a casa e querem que a gente saia daqui em 24 horas? Eles não podem fazer isso.
LAURA —Nós sabiamos que um dia apareceria um comprador filho.
ALEXANDRE —É por isso que a senhora estava mal. Além de perder a lojinha, perdeu o lugar onde morar também… Meu Deus!
O menino do recado continua na porta.
ALEXANDRE —Mãe, eu sei que a senhora está desesperada, mas não está pensando em ir morar numa comunidade não, está?
LAURA —Eu não te ensinei a ser preconceituoso não, pelo amor… Não seja como essa gente que sai julgando algo sem conhecer, por favor!
ALEXANDRE —Mas mãe…
LAURA —Nos leve até o local, por favor. —Diz ela ao menino.
CENA 02.
Noite -
CASA DOS VIELAS/ INT./ SALA DE JANTAR
AFRODITE —É ótimo um jantar só de adultos, podemos conversar sem restrições.
ARMANDO —Temos que pensar em estratégias para minha campanha. Minha vitória é uma grande vitória não só para mim, pensem!
STELLA —Sabemos disso.
💢💢BATIDAS NA PORTA💢💢
A empregada abre.
AMÁLIA —Um jantar dos meus melhores amigos e eu não fui convidada?
Armando muito nervoso derruba o talher que estava em sua mão.
Stella fica perplexa.
CENA 03.
Noite -
PARQUE DA CIDADE/ INT.
ATENA —Me chamou para saber minha resposta, acertei?
Felipe confirma com a cabeça.
ATENA —Querido, quando uma mulher diz que precisa de tempo é porque ela realmente precisa. Eu não tenho uma resposta ainda.
FELIPE —Não tem problema. Pode me responder no final desse passeio. Vem cá!
Felipe pega na mão de Atena.
ATENA —Ai pelo amor de Deus, solte minha mão. Em que século você está? Eu disse que você podia chegar com essa liberdade toda? Tenha dó!
Atena sai na frente, Felipe a acompanha sorrindo com o jeito dela.
Felipe leva Atena numa banca de tiro ao alvo.
FELIPE —Duvida eu acertar pra você?
ATENA —Duvido!
Felipe erra.
ATENA —Ai que horror, sua mira é tão ruim que quase acerta a criança que ia passando. Que vergonha. Me dá isso aqui! —Puxa a arma.
Atena se afasta um pouco e de longe acerta uma garrafa.
—Vai querer o quê moça? —Pergunta o vendedor.
ATENA —A boneca!
Atena pega a boneca.
ATENA —Eu aceito seu pedido de namoro!
Felipe muito feliz rapidamente beija Atena.
Priscila de longe os ver.
ATENA —Toma, peguei pra você!
FELIPE —Uma boneca? Pra mim? —Estranha.
ATENA —Pra você usar como metáfora e aprender a cuidar e valorizar uma mulher.
CENA 04.
Noite -
BAR/ INT./ BALCÃO
Bernardo e Mew bebem um pouco.
Logo chegam duas meninas.
—Podemos sentar com vocês? Estamos sozinhas e tá um pouco chato ali…
MEW —Claro, sem problemas.
As meninas sentam com eles.
Eles conversam por horas e horas.
—Infelizmente temos que fechar galera. Vocês podem voltar amanhã! —Avisa o garçom.
MEW —Ai não! —Diz bêbado e relutante.
BERNARDO —Melhor irmos logo… —Diz levantando Mew.
Os quatro já expulsos saem quase se arrastando de tão bêbados até uma casa que a familia de Mew tem ali perto.
Mew abre a porta.
Todos entram.
Minutos depois
—Trouxe um jogo de cartas de desafio. Vamos jogar? —Fala a menina retirando as cartas da bolsa.
Todos concordam.
—As duas duplas tiram um carta. Eu jogo com a Marta e vocês dois aí jogam juntos. —Explica o jogo e as regras.
BERNARDO —Ok!
As meninas pegam um carta.
Bernardo pega uma carta.
Mew também pega uma.
—Minha carta diz que eu tenho que contar um segredo ou dar um beijo na pessoa que faz dupla comigo. Eu prefiro o beijo!
MEW —Fica a vontade.
As meninas dão um selinho.
MEW —Selinho não vale…
—Vale, para com isso…
BERNARDO —Não vale não!
As meninos dão um beijo.
A outra menina se manifesta.
—Vocês fizeram a gente dar um beijo né? Tudo que vai volta! A minha carta diz que eu tenho direito de mandar um desafio para vocês.
As duas meninas gritam ao mesmo tempo:
—BEIJA! BEIJA! BEIJA!
MEW —Mas é claro que não. Deixem disso, eu não vou beijar ele.
—Para de frescura e beija logo. Se ficar nesse de não ir, aí sim vamos achar que você tem problemas quanto a sua sexualidade mesmo.
MEW —Sai fora garota!
Bernardo intervém.
BERNARDO —Melhor beijar logo. Elas não vão parar.
MEW —Até você tá nessa? Sai!
—Vocês fizeram eu e minha amiga nos beijarmos. É melhor vocês se beijarem logo! Não sejam tão mulherzinhas, beijem logo caralho!
Mew dá um leve selinho em Bernardo.
As meninas protestam.
—Isso lá é beijo de verdade… beija direito.
MEW —Para!
—Não seja menininha, vá logo!
Bernardo dá a iniciativa e se aproxima para beijá-lo.
Bernardo e Mew se beijam por mais de 1 minuto quase sem perceber o tempo e como se nada estivesse em sua volta.
O jogo continua.
Depois de algumas horas os meninos caem já muitos bêbados.
As meninas tiram dinheiro que tinha nas roupas deles e colocam eles na cama.
Elas vão embora.
Eles ficam sozinhos juntos na cama.
...Continua…

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