Castelo Baellys - ESTREIA





Castelo Baellys
O Tempo Perdido
Muito tempo atrás, antes de começarmos a contar este conto de fadas, no início dos tempos, nas tribos dos primeiros homens surgiu um reino. Este se chamava Dragh, que surgiu de uma tribo muito grande até se fazer uma cidade. O reino possuía uma rainha e um rei, que bem sabiam governar a cidade. Todos os amavam, exceto uma tribo, uma família, grande. O nome dessa família? Ninguém sabe! O ódio dessa família nunca foi expressado.
Um certo dia tudo estava destinado a acabar! Devido a uma trama malévola da família com a ajuda de outra o Reino Dragh se deu fim. O castelo foi destruído e cada membro da Casa Dragh foi assassinado misteriosamente.
Então surgiu um outro reino, construído do nada, o Reino Baellys. Este reino se instalou na região que recebeu o nome de Dragh, em homenagem ao finado Reino Dragh a população resolveu nomear o continente (ou país) de Dragh então este se tornou um país que contém vários reinos, e, entre eles o principal é o Baellys, o maior, o mais amado e o centro do comércio. Um castelo, um rei, uma rainha. O centro do poder.
Mas esse reino, assim como o Dragh, terá um fim. Neste primeiro capítulo se iniciará a trama de um homem com distúrbios mentais que irá colocar em prática seu desejo de descoroar o rei de Baellys. O que acontecerá no Castelo Baellys até seu fim será uma trama de suspense, conspirações e mortes imprevisíveis. O início do fim, você vai ler agora!

CAPÍTULO I
O Início de Tudo
ERA UMA VEZ
O Rei Henry observava atento as servas dançando em sua frente. Era dia de festa no reino. Em comemoração do que? Não se sabia. Ninguém sabia. O Rei Henry era conhecido por ser o rei mais bondoso de toda história. Costumava fazer banquetes comunitários para alimentar os pobres famintos de sua cidade. Não era atoa que a maioria da população e a maioria dos reis o considerava um grande homem. Seu reino, o Baellys, era o centro de tudo, um dos maiores da região de Dragh. Por isto não era atoa que tinha uma aliança formada com todos os reinos da região. Mas nenhum inimigo? Não... Até onde se sabia. Mas o Rei logo, logo estaria sobre ataque.
Observava o rei com frieza, calculismo e ódio acompanhado de sua psicopatia inexplicável NOLL VALLOIS. Noll fazia parte da finada Casa Vallois. Que tem um passado misterioso com a Casa Baellys. Portanto, esse passado fez de Noll um protegido do Rei. Noll não media esforços para tentar ferrar o Rei, seja da pior forma possível. Noll era perverso, ganancioso. Um verdadeiro psicopata.

Enquanto isso ALDITH BAELLYS, a Rainha, batia palmas para a dança das garotas que dançavam no ritmo da música com um sorriso no rosto. Aldith era uma mulher doce, familiar, que fazia de tudo para a família. Mas nunca sabemos o que se esconde por trás de alguém.
Os filhos do Rei acabavam de chegar. Escondidos. Carregavam uma saca de objetos valiosos e livros. Por má sorte, deles, o Rei e a Rainha também entraram atrás deles no Castelo e logo viram o movimento estranho dos filhos. Nos cantos escuros do castelo se encontrava nada mais nada menos que Noll. Noll identificou nos livros o símbolo da casa Orfh. A Casa Orfh escondia atrás de sua aliança com a Casa Baellys um forte ódio, porém, nunca havia demonstrado com medo de que as outras casas que faziam aliança com Baellys se rebelassem contra ela.
Noll não mediu esforços para causar discórdia entre as casas e partiu sem ninguém o ver, rumo ao Castelo Orfh.
Os Reis interrogavam os filhos enquanto Noll partia.
- Ainda não acredito no que vocês se tornaram. Vocês nasceram em berço de ouro! Estão agindo como marginais! – exclamou o Rei
- Não precisa se preocupar meu pai. Estamos apenas nos divertindo. Isso é errado? – perguntou o filho do Rei, GEORGEI BAELLYS
- Errado? Georgei, se descobrirem vocês uma luta entre as casas Baellys e Orfh será semeada. Nós não queremos isso. – disse o Rei
- Pai, não se preocupe. Nós fizemos tudo sem deixar pistas. Agora nos dê licença, vamos nos ocupar nas contas. – disse a filha do Rei, CATELINE BAELLYS expulsando o Rei e a Rainha do quarto.
Noll estava preparado para entrar nos portões do Castelo Orfh quando se deparou com um guarda que o impediu de adentrar o Castelo. Noll disse:
- Tenho algo importante para contar ao Rei Aloys. Preciso entrar.
- O rei pediu para não ser incomodado por estranhos. Retire-se para que não haja violência.
- Ou você me deixa passar ou haverá violência. Tenho algo importante a contar e ele não irá se arrepender.
O guarda não deu ouvidos a um homem qualquer. Foi logo depois do silêncio da boca do guarda que Noll puxou de sua roupa uma adaga e encravou no peito do guarda. As lanças caíram, o sangue jorrou. Noll saiu rasgando de cima para baixo o peito do guarda até o fim onde suas tripas saíram e ele caiu sem alma no chão. Alguns guardas vieram ver, mas o culpado já não estava lá.
O Rei ALOYS ORFH estava sentado em seu trono com algumas garotas jovens nuas ao seu redor. Foi quando ele olhou mais adiante da sala do trono e avistou um homem incomum entrando os portões de seu castelo sem nenhuma cautela ou reverência. Notou o estranho e não tirou os olhos dele. Noll ficou frente a frente de Aloys e preparou sua lábia malévola.
A família real de Baellys estava acomodada no castelo. Georgei e Cateline, filhos dos reis, estavam em seu quarto com BOGDANA ORFH, a ex mulher e antiga rainha de Aloys Orfh. O que levou a ela a perder estes títulos? Isso será revelado. Rei Henry e Rainha Aldith estavam bebendo vinho no quarto.
Foi possível que todo o reino ouvisse: o exército pronto para atacar na frente do castelo. Todos imediatamente se levantaram e olharam pelas janelas. O que viram foi chocante: Rei Aloys Orfh liderando o exército. O que fez uma casa com aliança se rebelar assim contra o maior reino de todos os tempos? Noll.
As catapultas foram preparadas. Rei Henry e Rainha Aldith foram rápidos e correram para fora do castelo.
Georgei e Cateline sabiam que eram os culpados. Bogdana Orfh, que estava com os garotos no quarto desapareceu misteriosamente no momento em que Georgei e Cateline viraram para ela.
Mas ela estava lá, num penhasco na Larga Montanha avistando todo o castelo com três ovos de dragão em uma cesta. Em seus olhos: uma visão horrível sobre o futuro do Castelo Baellys se passava. Uma lágrima escorreu de seu olho.

CAPÍTULO DUPLO... Continue a sentir as primeiras emoções do que ainda está por vir...

CAPÍTULO II
A Folha
A discórdia causada por Noll estava para terminar em um final trágico. Para ambos os lados, o Rei morreria debaixo dos escombros do castelo e Noll não teria chance alguma de se tornar rei pois se não há castelo, não há rei. Noll estava em uma confusão interna com um peso na consciência.
Foi quando as catapultas iriam destruir o castelo que Henry Baellys apareceu em frente do exército com os braços levantados e foi se aproximando do Rei Aloys.
- O que ele pensa que está fazendo? Está louco! – disse Aloys
-Venho em paz! -exclamou Henry
Chegou então em frente do Rei Aloys e perguntou:
- Não entendo o motivo de sua revolta.
- Não se faça de sonso.
- Então me diga por que eu me levantaria contra um reino mais fraco que o meu sendo que todos os reinos dessa região fazem aliança com a Casa Baellys. Se eu quisesse acabar com você mandaria metade de meu exército que seu castelo viraria pó. – exclamou com arrogância
- Nos poupe de seu discurso de merda e saia da minha frente!
- Você não tem mais chance contra mim. Meu exercito está pronto para atacar. Seu exército é como um grão de areia para o meu. Agora me conte o motivo de sua revolta ou corto sua garganta!
O silêncio reinou. Mas logo o patriarca Orfh respondeu:
- Um anônimo veio em minha presença dizendo que você foi o mandante de roubarem os valiosos livros de ciência e minhas relíquias antigas.
- Eu tenho a solução para o seu problema, não é preciso discórdia.
Henry olha para seus servos e exclama:
- Tragam os pertences de Aloys que se encontram no quarto de meus filhos.
- Você está confessando sua traição em minha frente!
- Pela segunda e última vez: se eu quisesse acabar com você, você já estaria morto debaixo dos escombros do seu castelo. Eu não mandei roubarem nada de você. Mas peço perdão pelos meus filhos, que foram os verdadeiros culpados. Garanto que isso não tornará a ocorrer de novo.
Aloys se cala e dois servos começam a trazer uma caixa cheia de objetos e livros.
- Agora pegue suas coisas e saia da frente do meu castelo ou nossa aliança será desfeita.
Aloys se virou calado e com a moral de que se deve se conhecer a fonte de informações para depois confiar nela. Henry e Aldith entraram no castelo enquanto os filhos olhavam pela janela tensos.
Do outro lado da cidade Baellys, na Feira dos Vassalos, estava NIKOLA BELGGA, antigo príncipe da extinta Casa Belgga. Vendia couro de animais. Sozinho na vida, sem nenhum amor, mau sabia que seu amor está prestes a cruzar com ele. Eis que ONFROI VALLOIS, irmão mais novo de Noll Vallois esbarrou nele e deixou os couros caírem.
- Perdão, não foi de propósito. – disse Onfroi juntando os couros ao mesmo tempo em que Nikola faz o mesmo
Terminaram de juntar os couros. Onfroi entregou os couros para Nikola e passou sua mão macia por cima da mão bruta de Nikola. Eles se olharam sem reação um para o outro. Não durou muito, o fogo subiu pelas pernas e foi até ponta da cabeça arrepiando cada fio de pelo do corpo. Eles já não respondiam mais por si, virou instinto. Onfroi empurrou Nikola para um canto escuro e começaram a trocar saliva como se não houvesse amanhã. Alisavam cada parte do corpo, do traseiro à nuca. Estavam completamente excitados. Mas não estavam escondidos o suficiente, HOD, o conselheiro do Rei Henry olhava tudo de longe. Percebendo que não daria para se relacionarem ali, Onfroi parou de beijar Nikola e o olhou, ofegante.
- Me encontre aqui esta noite. – disse Onfroi bufando
Onfroi saiu correndo e Nikola ficou olhando para o nada sem entender o que aconteceu.
Enquanto isso, no Castelo Baellys, nos aposentos de DYE BAELLYS, a irmã do Rei Henry, dormia em sono profundo. Entrou DIOT BROGGON, serva do castelo, foi entregue ao Rei Henry no passado por sua mãe. A Casa Broggon foi extinta como a Casa Belgga. Diot Broggon carregava nas mãos uma bandeja cheia de frutas e bolo. Com cautela deixou a bandeja em uma mesinha ao lado da cama onde Dye Baellys dormia. Em seguida começou a cutucar a lady.
- Lady Dye, acorde. Está na hora. – disse sussurrando a serva
Dye não queria acordar. Se remexeu na cama e tornou a dormir.
- Lady Dye, seu irmão quer que você acorde. Rei Henry não gosta de esperar.
Lady Dye abriu os olhos e suspirou para fora.
- Me ajude a tomar banho, Diot.
- Lady... Não posso vê-la nua. Isso é anormal. – disse apreensiva a serva
- Por favor, Diot. Não tive um sono agradável, estou com dores no corpo todo. Vamos, se apresse.
Lady Dye se levantou e foi para o banheiro tirando a roupa. Ficou totalmente nua. Diot entrou no banheiro. Dye entrou nua na banheira.
- Venha cá. Me ajude a dar-me banho. – disse Dye passando as mãos em seus seios
Diot se aproximou apreensiva, com medo do que pudesse acontecer. Aliás não é toda vez que se é convidada para dar banho na irmã do rei.
Mas foi! Quando chegou perto Dye puxou sua mão e aproximou seus corpos. Dye usou a mão de Diot para alisar seus seios calmamente. Diot estava com muito medo enquanto Dye estava de olhos fechados com muito prazer. Dye não queria só isso, foi descendo a mão de Diot até seu órgão sexual onde começou a enfiar os dedos da serva entre ele. Dye gemia de prazer. Diot não aguentava mais e se entregou por completo à lady. Diot se jogou na banheira e começou a beijar a irmã do rei.
Já era de noite naquele país, Dragh. Chegou a hora de Onfroi e Nikola se encontrarem no canto da cidade.
Nikola já estava a espera no canto da Feira dos Vassalos. Não via a hora de usar sua potência e gozar em um homem. A ansiedade estava a mil até que Onfroi apareceu e pegou a mão dele. Ficaram se olhando e Nikola levou o rosto a beijar Onfroi, mas Onfroi virou o rosto e encerrou o clima. Logo disse:
- Vamos para o castelo. No meu quarto. Venha comigo.
Apertou a mão de Nikola e foi correndo pelos corredores da cidade até entrar pelo portão do castelo. Não viam a hora de compartilharem o prazer, estavam apressados e nervosos. Mas o clima quente que havia enquanto corriam pelos corredores do castelo acabou quando Onfroi esbarrou em uma mesa no corredor deixando jarros de vinho caírem. Eles pararam de correr e o coração foi até a garganta com aquilo. Onfroi parou e pensou no que fazer. Nikola ficou sem fazer nada. Onfroi tomou uma atitude e começou a juntar os cacos e colocar num canto. Nikola começou a ajudá-lo. Terminaram de colocar os cacos no canto do corredor quando Hod, o conselheiro do Rei Henry apareceu atrás deles. Disse:
- O que fazem derrubando vinhos uma hora dessas? – disse assustando os garotos que viraram assustados para ele
- Nós é... Eu estava levando este intruso para fora do castelo. Não sei como conseguiu entrar aqui.
Nikola estava com o nervosismo aos nervos.
- Não minta para mim. Sei que querem transar nos confortos do castelo. Quem sou eu para julgar? Sejam felizes.
Hod abriu espaço para eles passarem pelo corredor. Onfroi pegou a mão de Nikola e saíram andando pelos corredores até encontrar o quarto de Onfroi. Entraram.
Enquanto gemidos ocorriam no quarto de Onfroi. O Rei Henry Baellys estava em seus aposentos. A Rainha Aldith Baellys estava nua na cama, debaixo das cobertas ela escondia hematomas de violência. O Rei Henry estava nu, sentado na escrivaninha do seu quarto escrevendo o seguinte texto em uma folha:
A sensação que sinto hoje é indescritível. Ter o poder de tudo nas mãos me dá uma grande satisfação.
O passado me deu essa oportunidade. Quando a Casa Baellys acabou com o triunfo do Reino Dragh. Pouquíssimas pessoas sabem que minha família foi a responsável pela morte dos integrantes da Casa Dragh e responsável pela queda do Castelo Dragh. Criamos nosso próprio império e hoje podemos nos orgulhar disso. Agradeço imensamente aos meus antepassados pela extinção da Casa Dragh. Pois hoje posso sentar naquele trono e dizer: “Tudo isso é meu!”
Henry Baellys
Surgiu inesperadamente Noll Vallois, o inimigo oculto do rei, atrás dele com uma adaga. Noll estava ao lado da cama olhando para o rei pronto para correr e encravar a adaga no pescoço do rei e garantir para si o tão desejado trono.

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